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| Ação modelo, tanques de tratamento oleoso e de adensador de lodo | Avaliação da qualidade química da água |
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As responsabilidades do Grupo Global de Instalações da GM englobam quatro áreas diversas. Entre essas, uma específica para ações sobre energia e utilidades, que, logicamente, incorpora a otimização do consumo de água. Nesse campo, a GM adota importantes medidas em todas as fábricas.
Na área de energia e utilidades, o grupo gerencia energia elétrica, água, gás, óleo combustível, ar comprimido e vapor das fábricas. Atuando no planejamento estratégico, operações e gerenciamento de negócios de utilidades (energia elétrica, gás e água).
Por exemplo, na unidade pioneira de São Caetano do Sul (SP), a reutilização da água reciclada proveniente da ETE possibilitou reúso de 38% de água no ano passado, além do uso da água de chuva no CT-20, com filtragem e cloração totalmente automáticas. Essa água reciclada faz parte do sistema industrial, que não se comunica com a água potável da fábrica. A água reciclada vai para uma caixa especial e é utilizada em equipamentos de produção, no fluxo das bacias sanitárias dos banheiros e lavagem dos pisos.
A GM reforça sua preocupação e responsabilidade ambiental com o registro da redução expressiva de 52% na utilização de energia elétrica por carro produzido, dos quais 6,5% só no último ano, e de 61% em água, em suas unidades industriais no Brasil, no período de 2003 a 2010. Essas melhorias foram possíveis graças a diversas ações tomadas pela empresa com a contribuição dos empregados; na área de energia, por exemplo, o uso de iluminação de alta eficiência (LED/fluorescente) na parte interna e externa.
"Ainda na área de água, seu uso mais importante talvez seja na refrigeração dos equipamentos para aplicação dos pontos de solda nas carrocerias dos veículos", afirma Cláudio Éboli, diretor do Grupo Global de Instalações para a América do Sul. Desde o primórdio da empresa no Brasil (1951), há atividades voltadas aos segmentos de tratamento de água e efluentes. A primeira ETE da GM no Brasil iniciou suas operações em 1951 na unidade de São Caetano.
"A indústria automobilística tem muito a ver com água. Além da refrigeração de equipamentos, o insumo é utilizado para a diluição dos materiais aplicados, tratar o ar das cabines de pintura e na lavagem dos carros nos processos de tratamento de superfície. Isso é essencial para que o processo seja bem-sucedido", realça Cláudio Éboli.
Na área de construções e instalações, o Grupo atua no planejamento, engenharia e gerenciamento de projetos de construções, infraestrutura e instalações para os equipamentos. Dá suporte técnico a todas as unidades da região e presta serviços de assessoria na adequação das construções e instalações com base nas normas, leis, regulamentações técnicas e portarias governamentais vigentes.
Em seu compromisso com a sustentabilidade, os edifícios da Companhia são planejados para consumir a mínima quantidade de água possível, integrando-se de modo harmônico com o meio ambiente. Nesse aspecto, a fundamentação se assenta na frase "eliminar impactos". Justamente essa é a missão das ETEs nas unidades fabris ou logísticas da GM, inclusive no Campo de Provas em Indaiatuba.
"As ETEs permitem que a água usada nos processos industriais retorne ao meio ambiente em conformidade com a legislação vigente", informa o executivo.
O compromisso com a sustentabilidade faz parte da cultura da GM. Um exemplo mais recente foi o planejamento e construção do novo prédio do Centro Tecnológico da General Motors do Brasil, o CT20, inaugurado em setembro de 2009, segundo o conceito de green building, com utilização de novas tecnologias para redução do consumo de água e energia.
A GM no Brasil No Brasil, a GM fabrica e comercializa veículos há 86 anos. Em 2010, a Chevrolet registrou recorde histórico de vendas no país com o volume de 657.724 veículos. A companhia tem três Complexos Industriais produtores de veículos: São Caetano do Sul e São José dos Campos (SP), e Gravataí (RS). Conta ainda com unidades em Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados), Sorocaba (Centro Distribuidor de Peças) e Indaiatuba (Campo de Provas), além de um moderno Centro Tecnológico de Engenharia e Design, em São Caetano do Sul (SP). A subsidiária brasileira é um dos cinco centros mundiais na criação e desenvolvimento de veículos, nos campos de engenharia, design e manufatura. |
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